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Tumores
cerebrales
Em
o recém-nascido, os tumores cerebrais se podem manifestar com convulsões.
Aproximadamente de 14% aos 20% dos recém-nascidos com tumores cerebrais
têm convulsões. A localização dos tumores cerebrais é mais freqüentemente
supratentorial que infratentorial. Os teratomas são os tumores supratentoriales
mais freqüentes. Eles revistam apresentar-se no momento do nascimento.
A ressonância magnética é o método de eleição para diagnosticar os tumores
do cérebro. O tratamento é cirúrgico. A vezes se usa quimioterapia. A
radioterapia raramente se usa devido a seus efeitos deletérios no desenvolvimento
neurológico futuro.
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Esquizoencefalia
A
esquizoencefalia consiste em um canal, rodeado por casca cerebral, que
permite a comunicação entre o espaço subaracnoideo e os ventrículos. A
esquizoencefalia se diagnostica pelo TAC ou preferivelmente pelo RM; seu
aparência é muito característica, pois consiste em um canal magro ou largo
que se estende da casca cerebral aos ventrículos. A esquizoencefalia é
unilateral ou bilateral. As paredes das fendas ou lábios mostram uma casca
anormal com heterotopia neuronal freqüente. Os lábios podem ser adjacentes
ou distantes um do outro. A esquizoencefalia ocorre freqüentemente nas
regiões rolándicas e fissuras silvianas. A esquizoencefalia está acostumado
a acompanhar-se de hipoplasia do nervo óptico e ausência do septum pellucidum.
Os recém-nascidos com esquizoencefalias
com lábios unidos e unilaterais têm melhor prognóstico que as esquizoencefalias
com lábios separados e bilaterais. As convulsões se tratam com drogas
antiepilépticas. É possível a concomitância de hemiparesia e atraso mental,
embora a primeira poucas vezes está presente no perído neonatal. Em recém-nascidos
com esquizoencefalia deve se ter em conta a possibilidade de tratamento
cirúrgico em presença de epilepsia rebelde aos medicamentos.
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