|
Figura 3.1.—
Epilépticas electroencefalográficas bilaterales. Ondas rítimicas pontiagudas
generalizadas de alta voltagem, seguidas por um período do depresão e
por uma seqüência de descargas rítimicas que ocupam um campo elétrico
definido, têm um inicio preciso, um periodo de atividade continua, e um
final claro; e carecem de características de atividade fisiológica de
base ou de artifato.
Crise epiléptica
electroclínica e o termo usado para definir um evento paroxístico clínico
associado com uma crise eletroencefalografica.
Convulsão é o termo usado para
definir uma crise epiléptica electroclínica na qual as manifestações clínicas
se caracterizam por um aumento da atividade motora.
Crise epiléptica electroencefalográficas
clinicamente silenciosa é o termo usado para definir uma crise epiléptica
electroencefalográficas que ocorre durante o transcurso de uma atividade
neonatal aparentemente normal. As crises electroencefalográficas clinicamente
silenciosas são provavelmente mais frequente que as crises epilepticas
eletroclinicas.
As crises electroencefalográficas clinicamente silenciosas e as crises
epilépticas electroclínicas em recêm nascidos com hemimegalencefalia têm
características similares nas imagens por tomografia cerebral com emissão
de um só fotón. Esta similaridade sugere que ambos eventos podem ter consequências
similares e portanto devem ser tratadas da mesma forma (Figura 3,2).
|