O ampliação do parênquima
ocorre nos transtornos neurocutáneos, no síndrome de Soto, nas megaloencefalias
metabólicas e em algumas afecções degenerativas.
Transtornos
neurocutâneos
Em cada recém-nascido com macrocefalia
deve-se suspeitar a possibilidade de um transtorno neurocutáneo; portanto,
a avaliação deve incluir um exame cutâneo cuidadoso. As duas afecções
neurocutáneas mais freqüentemente associadas com macrocefalia são a hipomelanosis
do Ito e o síndrome do nevus linear sebáceo.
Síndrome
de Soto
Os neonatos
com síndrome de Soto possuem uma macrocefalia borderline. O diagnóstico
desta disordem é estabelecido pela presença de um estirão de crescimento
além da escala normal durante os primeiros 3 anos da vida. O estirão excessivo
deste crescimento faz com que o infante torne-se maior do que o normal,
em especial a cabeça. Os níveis plasmáticos de somatomedina se encontram
elevados geralmente durante o estirão de crescimento. A síndrome de Soto
é geralmente uma condição esporádica, embora casos familiais sejam relatados.
O estrogênio pode reduzir o crescimento nas meninas.
Megalencefalias
metabólicas
As megalencefalias
metabólicas não se apresentam geralmente no período neonatal. As exceções
à esta regra são a acidemia glutárico tipo I, a doença de Canavan e a
doença de Alexander.
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