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Aos grupos respiratórios dorsal e ventral chegam muitas conexões aferentes. As fibras aferentes mais importantes provem de um sensor situado na parte inferior do bulbo raquídeo que monitoriza o pH do líquido cérebro espinhal, que depende da pCO2 no sangue e reflete o estado do equilíbrio ácido-base. Os grupos respiratórios mencionados reagem aos sinais deste sensor modificando a freqüência e intensidade de suas descargas. A freqüência e intensidade da descarga de ambos grupos respiratórios ditam a freqüência e o volume da ventilação pulmonar. Os grupos respiratórios dorsal e ventral também recebem e integram informação com respeito ao volume pulmonar, fluxo aéreo (através da via respiratória superior) e oxigenação arterial mediante conexões do quinto e décimo nervos craniais. As fibras procedentes das estruturas localizadas na ponte e em localizações superiores do sistema nervoso central se conectam com os grupos respiratórios dorsal e ventral e colaboram com a regulação da respiração durante todas as etapas do ciclo respiratório, incluindo o ritmo respiratório durante o sono ativo. Durante este sono a respiração não depende do pH do líquido cérebro espinhal como ocorre durante a vigília e o sono tranqüilo. Durante o sono ativo o ritmo respiratório está dominado pelas estruturas localizadas na ponte e no cérebro. Dois centros pontinos importantes são o centro apneústico que proporciona o estímulo inspiratório aos centros respiratórios medulares e o centro neumotáxico que suprime o apneústico. O centro apneústico ajuda a regular os ciclos inspiratório e expiratório.
Para avaliar um neonato com apnéia além de ter presente a fisiologia normal da respiração é necessário ter noções sobre

POLISSOMNOGRAFÍA

A polissonografía com determinação do pH esofágico é usada na avaliação das apnéias. A polissonografia monitoriza a atividade elétrica cerebral, a função cardíaca, a função respiratória, a concentração de oxigênio e CO2, os movimentos do corpo e o pH esofágico. A polissonografia é útil porque detecta as apnéias permitindo a sua classificação em: central, obstrutiva e mista, determina o estado comportamental durante as mesmas e estabelece as conseqüências cardíacas e electroencefalográficas. Eventualmente revela sua causa. A polissonografía também permite detectar e quantificar a respiração periódica.La polisomnografía con determinacion del pH esofágico es una investigación de laboratorio usada en la evaluación de las apneas. El polisomnograma monitoriza la actividad electrica del cerebro, las funciones cardíaca, y respiratoria; las concentraciones de oxígeno y CO2; los movimientos del cuerpo y el pH esofágico. El polisomnograma es útil porque detecta la apnea; permite su clasificación en central, obstructiva, o mixta; determina el estado conductual durante el cual la apnea ocurrió; establece las consecuencias cardíacas y electroencefalográficas de la apnea, y de vez en cuando, revela su causa. La polisomnografía también permite detectar y cuantificar la respiración periódica.
Una pausa respiratoria se refiere el cese del flujo de aire nasal y oral de más de 3 segundos. Una pausa respiratoria es anormal si: 1) se acompaña de complicaciones respiratorias, cardiovasculares y neurológicas patológicas; 2) no suele ser del tipo visto en el período neonatal; 3) o dura más de 20 segundos en prematuros o más 15 segundos en neonatos a término.

 

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Saito, 1999 Guilleminault, 1979 Miller, 1992 Guilleminault, 1987